Se uma nutrição adequada antes e depois de engravidar é a base para o desenvolvimento do bebê, imagine o que o álcool, cigarro ou drogas podem provocar. Um estudo americano realizado pelo Instituto Nacional de Abuso de Álcool e Alcoolismo (NIH) identificou que de 20% a 30% das mulheres consomem álcool em algum momento da gravidez. A ingestão de álcool durante o período gestacional pode resultar em consequências graves e irreversíveis que se classificam como Espectro de Desordens Fetais Alcoólicas, dentre as quais, a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF). A Síndrome Alcoólica Fetal não tem cura. Como resultado, a criança pode apresentar retardo mental, anomalias congênitas, alterações na face, baixo peso, dificuldades na fala, memória e audição, além de alterações comportamentais. Todas essas alterações ocorrem porque, durante a gravidez, o álcool chega rapidamente para a o feto por meio da placenta. Em apenas uma hora, os níveis de álcool no sangue do feto e no líquido amniótico são equivalentes aos do sangue da mãe. No entanto, eles tendem a permanecer por mais tempo no líquido amniótico do que no sangue materno, visto que a placenta da mãe e o fígado do feto têm capacidades metabólicas limitadas para substâncias como o álcool. Sendo assim, o nível de álcool só é reduzido quando entra novamente em circulação no sangue da mãe. Como consequência, a substância interfere no desenvolvimento do cérebro, órgãos, estruturas e sistemas fisiológicos.
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